Entenda a diferença entre os ovos caipira, orgânicos e de granja

Você já teve essa dúvida quando foi no supermercado e se deparou com essas três opções de ovos? Entenda a diferença entre eles.

Ovos de granja

Ovos de “granja” não são ovos de galinhas criadas soltas na granja como parece. Esse tipo de ovo é produzido em um esquema de produção industrial, em que as galinhas ficam confinadas e comem sem parar, sem sequer se mexer dentro da gaiola e tendo como único objetivo colocar ovos. E muitos ovos!

Essas galinhas têm seus bicos cortados (debicagem) para aumentar a produtividade, basicamente. Com essa prática, evita-se, por exemplo, que a ave escolha a ração e desperdice alimento; que os ovos sejam bicados e portanto perdidos e que haja canibalismo entre elas. Tudo isso se resume em garantia de produtividade.

Desse tipo de criação, é que vêm os ovos enriquecidos, vitaminados e light (que inclusive são variedades questionadas por muitos nutricionistas). Eles são resultado de uma alimentação diferenciada das aves e nada têm a ver com o bem-estar das bichinhas.

Ovos caipiras

Ovos caipiras também são chamados de “ovos tipo colonial” e “ovos de capoeira“.

Pela legislação, as galinhas que produzem esses ovos devem ser criadas fora de gaiolas, ciscando livremente. Elas põem os ovos em ninhos cobertos, bem mais saudável do que naquelas gaiolas apertadas, né?!

A alimentação nessas criações é toda de origem vegetal e sem pigmentação (que é usada na ração para dar uma cor mais amarelona à gema, artificialmente). Os animais não podem tomar remédios que estimulem o crescimento e nem antibióticos.

Ovos Orgânicos

São produzidos por galinhas que recebem uma alimentação 100% orgânica, ou seja, sem agrotóxicos e fertilizantes químicos. Não é permitido também usar remédios para crescimento e nem antibióticos. Com essas restrições, o ovo orgânico não vem com qualquer resíduo químico.

As galinhas são criadas em condições que prezam seu bem-estar e seu comportamento natural, bem ecologicamente correto. Por exemplo, é proibida a prática da debicagem e do confinamento em gaiolas. 🙂 Estudos dizem que galinhas criadas assim, soltas, põem ovos com cerca de 4 vezes mais vitamina A do que os de granja.

Para chamar seus ovos de “orgânicos”, o produtor precisa receber um certificado emitido por uma certificadora terceirizada, que segue parâmetros ditados pelo Ministério da Agricultura.

 

Texto original: Socorro na Cozinha

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Maçãs na caixa de feira

Maçã no forno com mel e nozes

A maçã é super versátil e casa bem em pratos doces e salgados. Nessa receita vamos aproveitar que a fruta está disponível e surpreender na sobremesa. Sem mistério, é rápida de fazer e agrada diferentes paladares.

Você vai precisar de maçãs orgânicas, mel orgânico, castanhas e canela em pó.

Após lavar bem as frutas, corte-as no meio e retire e as sementes. Esse “buraco” que fica é perfeito para receber as castanhas semi-trituradas. Eu gosto delas maiores e dou uma picada bem grosseira.

Regue as maçãs já com as castanhas com mel. Uma colher de chá para cada metade é o suficiente para ficar gostoso sem perder a compostura. Finalize polvilhando canela em pó e voa-lá! É só colocar no forno e esperar uns 15 minutinhos até as maçãs assarem.

Uma boa dica é servir com um gelato. Fica uma delícia!

Foto da maçã cortada ao meio, recheada com castanha e mel

Maçãs assadas com mel e nuts.

Tigela com diferentes verduras

Quem é quem no mundo das folhas

Se você aprendeu a comer verde depois de grande, se é estudante e começou a morar sozinho sem o almoço da mãe, se você sempre escolhe alface por não saber o gosto que os outros tem, esse artigo é para você! Mesmo que você saiba bem quem é quem, descubra os benefícios e veja dicas de como comer cada uma.

Vamos começar pela semântica. Hortaliça é toda planta comestível em que se aproveita as folhas, o caule, os frutos. Uma hortaliça pode ser um legume, frutos, e é usado como sinônimo para tudo que é plantado.

Aqui vamos falar apenas das folhosas, mais especificamente de 13 que figuram entre as mais consumidas pelos brasileiros, segundo a Embrapa. Que comece o desfile:

Acelga

folha de acelga

Para que serve: Alto teor de fibras e com apenas 100g toda a necessidade diária de vitamina A de um adulto já é atendida.

Como escolher: A acelga apresenta talos brancos brilhantes, com grandes folhas verde escuras. Quando está amarelada é porque está velha. A presença de talos moles e de folhas com manchas escuras é sinal que a hortaliça já está passada.

Dica para a mesa: Dá para comer crua, mas é muito boa para fazer os charutos árabes, ou mesmo comer refogada ou fazer recheio de tortas.

 

Agrião

agriao

Para que serve: Rico em vitamina C e sais minerais, tem mais ferro que a couve e o espinafre e o talo tem bastante iodo.

Como escolher: Talos firmes e folhas verdes escuras, sem manchas pretas. A presença de flores e pequenos frutos verdes não prejudica a qualidade do agrião para consumo.

Dica para a mesa: As folhas temperadas com limão, sal e azeite são um excelente acompanhamento para churrascos de todos os tipos de carne.

 

Alface

alface

Para que serve:  importante fonte de sais minerais, principalmente de cálcio e de vitaminas, especialmente a A.

Como escolher: as folhas devem ser brilhantes, firmes, sem áreas escuras. A

Dica para a mesa: a gosto do brasileiro! Puro, com tomate, no sanduíche, com vinagre de maçã.

 

Almeirão

almeirao

Para que serve: também conhecido como chicória amarga, é rica em vitamina A, C e complexo B.

Como escolher: As folhas devem estar verdes, firmes, sem sinais de murchamento e sem pontos escuros.

Dica para a mesa: fica um delícia com feijão, arroz, grão-de-bico, ou como recheio de bolinhos, tortas e sanduíches.

 

Brócolis

brocolis

Para que serve: O brócoli é uma hortaliça com poucas calorias, sendo recomendável para regimes. Possui considerável teor de vitamina A e C. Também é fonte de fósforo, ferro, cálcio e fibras.

Como escolher: o de cabeça deve apresentar cabeças de cor verde escura, firmes, compactas, com granulação fina e sem sinais de murcha. Já o ramoso, segue a mesma cor verde escura e deve estar com os botões totalmente fechados. Os já abertos em flor, com coloração amarela ou branca, indicam que o produto está passado.

Dica para a mesa: Brócolis é bom de qualquer forma, na salada, na sopa, como suflê ou no famoso e fácil de fazer arroz de brócolis.

 

Chicória

chicoria

Para que serve: importante fonte de vitamina A, complexo B, C e D e de sais minerais.

Como escolher: As folhas externas são de cor verde mais escuro do que as folhas internas.

Dica para a mesa: Na forma de saladas a chicória crua substitui a alface. Também pode ser consumida refogada, em omeletes, sopas e tortas.

 

Couve

couve

Para que serve: rico em cálcio, ferro, vitaminas A, C, K e B5.

Como escolher: as folhas devem estar sem manchas escuras ou amarelas, sem sinais de murcha e com os talos firmes.

Dica para a mesa: o famoso suco detox ganha nova cara com a couve, que também fica uma delícia refogada com alho ou picada na farofa.

 

Espinafre

espinafre

Para que serve: sabia que o espinafre mais encontrado no Brasil não é da mesma família do consumido pelo Popeye? Mas ambas são ricas em ferro e são excelentes fontes de vitaminas A e B2, além de fornecer cálcio, fósforo, potássio e magnésio, sendo indicado para pessoas com anemia e desnutrição.

Como escolher: ão compre se as folhas estiverem com cor verde-amarelada, ou se as folhas e talos estiverem com pontos escuros.

Dica para a mesa: Normalmente as folhas são cozidas. Apenas as bem novas são consumidas cruas. Fica ótimo como recheio ou acompanhamento de massas como macarrão, quiches e tortas.

 

Mostarda

mostarda

Para que serve: Está certo que ao ouvir a palavra mostarda a primeira coisa que lhe vem a mente é o pote com o condimento amarelo. Mas antes disso é uma delícia consumir a folha e as semente da mostarda que são fonte de vitaminas C e A, de cálcio

Como escolher: O tamanho das folhas é variável e pode atingir até 30cm de comprimento. Folhas amareladas, com pontos escuros ou com ferimentos não são adequadas para consumo.

Dica para a mesa: com sabor picante, as folhas novas são macias, tenras, têm o sabor mais suave e podem ser consumidas em saladas cruas e sanduíches. As mais desenvolvidas tem sabor mais picante e podem ser refogadas, cozidas e usadas em farofas e tortas.

 

Rúcula

rucula

Para que serve: Rica em sais minerais e vitaminas A e C.

Como escolher: As folhas devem estar frescas, firmes, sem pontos escuros ou tons amarelados.

Dica para a mesa: A rúcula é usada crua em saladas e fica uma delícia temperada com azeite de oliva, sal e limão. Também pode ser consumida como ingrediente de tortas, quiche, lasanhas, sanduíches e bolinhos.

E aí, qual seu preferido?

bolo de laranja em prato com bolinhos, coberto com chatili e geleia de laranja com pimenta.

Bolo de laranja (orgânico, sim!)

Estamos em uma fase de testar novas receitas e, principalmente, usar o que temos na geladeira. Como nossa casa está tomada por laranjas e bergamotas, frutas da estação, decidi tentar fazer um bolo com elas. Confesso que meu conhecimento em doces não vai além de nega maluca e bolo de cenoura, mas pensando no passo a passo desses dois, aqui vai a receita testada e aprovada.

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Mitos e verdades sobre o Vinagre de Maçã

Nunca gostei muito de vinagre, não achava muito útil na salada, mas isso até eu conhecer as diversas formas de usar e, principalmente os benefícios que ele traz. O vinagre de maçã pode ser usado para amaciar a carne, em receitas de bolos, e, por ser menos ácido que os outros tipos de vinagres, conservas e pratos agridoces ficam excelentes.

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